Enquanto vivo, observo!
E já não há o que me console!
Tudo é (ir) real, (i) moral, (des) leal!
Enquanto vivo deslumbrado, brado
De amor, dor, dissabor,
Por favor, cura minha cólera,
Minha inconstância, substância vazia que
Emana do âmago subterfugido de
Minh'alma triste, sôfrega e malquerente.
Finjo que vivo e sinceramente não sei...
Não há verdade até que se prove a mentira...
Não há mentira até que se externe a verdade...
Tudo é fugaz, mero, esmero pelo belo; superficial,
Platônico, irreal e abrupto...
Nehemias Pinheiro
13/10/2011 06h27min.

A eterna inquirição afim de achar um chão"um lugar",duvidando de tudo,com o ardente anseio de encontrar o que é verdadeiro.
ResponderExcluirGrande poesia(pensamento),Parabéns
Obrigado Carlão, de verdade, valeu mesmo! :)
ExcluirSorrisos sempre meu amigo!
Que que isso?! Muito bom Meu Amigo! Parabéns!
ResponderExcluirObrigado Teteu, Valeu demais! :)
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