Enquanto vivo, observo! E já não há o que me console! Tudo é (ir) real, (i) moral, (des) leal! Enquanto vivo deslumbrado, brado De amor, dor, dissabor, Por favor, cura minha cólera, Minha inconstância, substância vazia que Emana do âmago subterfugido de Minh'alma triste, sôfrega e malquerente. Finjo que vivo e sinceramente não sei... Não há verdade até que se prove a mentira... Não há mentira até que se externe a verdade... Tudo é fugaz, mero, esmero pelo belo; superficial, Platônico, irreal e abrupto... Nehemias Pinheiro 13/10/2011 06h27min.